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Google diz que carro do Street View não atropelou burro


Depois da polêmica gerada pela imagem de um burro que teria sido atropelado por um carro do Street View em Botswana, o Google se pronunciou nesta quarta-feira (16) para esclarecer que o animal estava apenas deitado quando o veículo fez a imagem.

Na terça (15), o usuário “TheRealSheldonC” tuituou a imagem de um burro que parecia estar morto em uma estrada em Botswana após a passagem de um carro do Street View. O serviço do Google usa carros para fotografar e coletar imagens em 360 graus.

“Ao longo das últimas 24 horas, a mídia e usuários preocupados têm especulado sobre o destino de um burro que aparece no Street View na região de Kweneng, em Botswana”, escreveu Kei Kawai, gerente de produto do Google Maps no blog oficial da empresa.

“Devido à maneira como nossas imagens em 360 graus foram colocadas, para alguns pareceu que nosso carro se envolveu em uma batida e depois fugiu, deixando o humilde animal abandonado na estrada”, continuou Kawai.

A companhia publicou uma sequência de imagens para mostrar que o burro estava deitado no caminho do carro e saiu da estrada para deixar o veículo passar. “Tenho o prazer de confirmar que o burro está vivo e bem”, acrescentou o executivo.

Na sequencia de imagens, o Google mostra que o carro se aproxima do burro, que está deitado na estrada. Depois, o burro se levanta e se afasta para a passagem do veículo. Uma foto tirada da parte de trás do carro mostra o animal em pé. (Foto: Reprodução)

Asus amplia linha de PCs portáteis e se alia à Google TV



Asus Taichi, apresentado na CES (Foto: Daniela Braun/G1) 

Ultrabooks que se transformam em tablets, notebooks mais leves, tablets com teclado, PCs para a sala de estar e um conversor para a Google TV fazem parte do novo portfólio de produtos que a taiwanesa Asus traz ao Brasil em 2013. A linha de 12 novos equipamentos, entre notebooks e tablets, foi apresentada pela empresa em um showroom na cidade de Las Vegas (EUA), durante a CES 2013.

Entre os ultrabooks com tela sensível ao toque e Windows 8, a empresa foi mais ousada com o modelo Taichi, que chama a atenção por ter dois displays, na parte traseira e frontal da área da tela, que podem exibir conteúdos independentes. Quando fechado, o ultrabook também se transforma em tablet.  “É interessante colocar duas telas e manter o equipamento fino”, comentou Marcel Campos, gerente de produtos da Asus no Brasil.

Para garantir a espessura de um ultrabook, a empresa desenvolveu uma moldura única, que acomoda os dois displays, além de inserir uma folha de cobre para que a iluminação de uma tela não vaze para a outra. A inovação tem seu preço. O Taichi chega ao Brasil no final de fevereiro por R$ 10 mil para o modelo com tela de 13 polegadas, processador Intel Core i7 e armazenamento de 216 Gigabytes (GB), enquanto a versão de 11 polegadas, Core i5 e 128GB será vendida na faixa de R$ 6 a R$ 7 mil.
Outra opção na linha dos computadores híbridos é o Zenbook Touch, com dela destacável que se transforma em tablet. O estilo é similar ao ThinkPad Helix apresentado pela Lenovo durante a feira e também dublica a capacidade da bateria quando acoplado à base com teclado. O equipamento ainda sem preço sugerido chega no segundo trimestre deste ano ao mercado brasileiro. Para quem sente falta de conexões no ultrabook, a empresa também venderá um acessório portátil com três portas USB 3.0 (sendo uma lateral para uso de pen drive), HDMI e  VGA.

Notebook Zenbook Touch, com sua tela que pode ser retirada (Foto: Daniela Braun/G1)Notebook Zenbook Touch, com sua tela que pode ser retirada (Foto: Daniela Braun/G1)
 
Entre os notebooks tradicionais, a fabricante busca preços atrativos, abaixo de R$ 1,500 para máquinas com telas de 13 polegadas e também aposta em um modelo mais robusto para gamers.
O volume de novos modelos de ultra e notebooks, segundo Campos, é uma forma de dar opções de escolha. “Diferente da Apple, que tem um design para todo mundo, nós tentamos adaptar os produtos em diferentes formatos para o consumidor."

Na área de tablets, a Asus traz novos modelos da linha VivoTab – que deve ter outro nome do Brasil por conta da venda em operadoras – e uma evolução do Asus Transformer. Todos os modelos rodam Windows (RT ou 8 completo) e contam com teclados. No VivoTab ME 400, a capa com ima tem dobraduras diferentes para apoiar o portátil. Batizada de Origami, a capinha da Asus, no estilo Smart Cover do iPad, também se prende ao teclado leve e metálico que acompanha o produto.
Sem alarde, a Asus também iniciou a venda do tablet Nexus 7, do Google. Segundo Campos, a versão mais com Wi-Fi e 16 GB de armazenamento começou a ser vendida pela empresa no fim de dezembro – o primeiro comprador foi o Google Brasil para presentear funcionários - e chega as lojas ainda em janeiro por R$ 1.300.

Asus mostra o 'tablet do Google', como ficou conhecido o Nexus 7 (Foto: Daniela Braun/G1) 
Asus mostra o 'tablet do Google', como ficou conhecido o Nexus 7 (Foto: Daniela Braun/G1)
 
PC para sala e Google TV
Embora seu grande filão de mercado esteja nos portáteis, a Asus não quer perder espaço para a concorrência na sala de estar. Em outra sala de seu showroom, a empresa apresentou dois modelos de desktops “tudo em um” com telas grandes, sendo que um deles roda tanto Windows 8 como Android. “As pessoas têm um legado de aplicativos e conteúdos em Android nos smartphones e tablets para integrar ao desktop”, explicou Campos.

A empresa também faz sua aposta na área de TVs conectadas com uma caixa conversora para TV que integra conteúdos da Google TV, com controle remoto do Google, mas não tem HD interno, o que não permite gravar programas. O Cube também possui saídas para conectar o conversor de TV a cabo, portas USB e HDMI. Segundo Campos, a empresa ainda estuda a entrada do Cube ao Brasil. Nos Estados Unidos, o produto tem preço sugerido de US$ 130.

Google Buzz - In Memorian






O Google anunciou oficialmente nesta sexta-feira o fim do desenvolvimento do Google Buzz, serviço que dá um toque de rede social ao Gmail. Considerado um dos projetos mais audaciosos na web nos últimos anos, o fechamento do projeto expõe aquela que é talvez a maior fragilidade da empresa – a dificuldade em criar ferramentas bem-sucedidas com vocação para relacionamento e interação social. Além do Buzz, o Google anunciou a descontinuação do Jaiku, espécie de rival do Twitter comprada em 2007 e que tombou diante da versão original. A ideia, agora, é dar atenção maior ao seu mais novo e ambicioso projeto social, o Google+ , considerado “patético” por um engenheiro da própria companhia.
 

Google Wallet - Faça do seu smartphone sua carteira


A Google anunciou nesta quinta-feira (26/5) um novo serviço de pagamento eletrônico batizado de "Google Wallet". O serviço transforma smartphones Android em "carteiras eletrônicas", que podem ser usadas para efetuar pagamentos com cartões de crédito ou débito em estabelecimentos conveniados.

Faça seu telefone a sua carteira
Um aplicativo (a "Google Wallet" propriamente dita) no smartphone armazena as informações de seu cartão de crédito ou débito. Basta aproximar o smartphone de um ponto de pagamento, digitar uma senha e a transação é completada automaticamente. Ao mesmo tempo, o estabelecimento pode creditar automaticamente ao usuário pontos de um programa de fidelidade, que também são armazenados na Wallet.

Segundo Stephanie Tilenius, vice-presidente de comércio eletrônico da Google, o sistema usa a tecnologia NFC (Near Field Communications - Comunicação por proximidade) integrada em smartphones como o Google Nexus S para fazer a transmissão das informações, que são criptografadas. Uma Wallet pode armazenar informações de vários cartões, e no futuro poderá armazenar também dados de documentos como carteiras de motorista.

Google é processado por roubo de segredos comerciais


Google Wallet (Foto: Reprodução) O eBay e sua subsidiária de pagamentos on-line PayPal registraram uma ação contra o Google na quinta-feira (26) alegando que a gigante da internet roubou os seus segredos comerciais quando contratou um executivo chave da empresa.

A ação alega que Osama Bedier, ex-executivo sênior do PayPal que trabalhava na área de pagamentos móveis, desviou segredos comerciais da companhia quando começou a trabalhar no Google no início de 2011.
Segundo o eBay, o PayPal e o Google colaboraram estreitamente durante três anos no desenvolvimento de um acordo comercial sob o qual o PayPal serviria como opção de pagamento para celulares com Android.

“Quando o PayPal estava finalizando a negociação com o Android, Bedier foi entrevistado para uma vaga no Google sem informar o PayPal sobre isso”, afirmou a ação.

A vice-presidente do Google Stephanie Tilenius, também ex-executiva do PayPal, é acusada de ter violado o seu contrato com o eBay ao ter recrutado Bedier. O processo também alega que Bedier tentou recrutar outros ex-colegas do PayPal.

Os dois executivos, Bedier e Stephanie, comandaram na quinta-feira (26) o lançamento do sistema de pagamento para celulares do Google, em parceria com a MasterCard, Citigroup e a operadora de telefonia móvel Sprint.

Blog Matheus Art